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José Roberto Weingartner Junior  
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Perfume: Retrato de um assassino

Journal Entry: Sun Jul 13, 2008, 3:47 PM
Perfume: Retrato de um assassino

Uma filme que realmente me impressionou. Não tive conhecimento dele e nem sei se ele passou pelos cinemas brasileiros. Vi há umas semanas no telecine e gostei.
SE trata da adaptação do livro homônimo, que se passa em 1738 e fala da história de Jean-Batiste que nasce com o dom do olfato muito apurado a ponto de sentir, gravar, separar os mais variados odores do mundo. Mas logo fica obcecado para aprender a manter o aroma permanentemente. Nisso, inicia uma trajetória como assistente de um perfumeiro para aprender a arte de sintetizar aromas e por fim busca a técnica de sintetizar os aromas de qualquer coisa, seja objetos ou um ser vivo.
Nisso ele vai para uma cidade especializada em treinar perfumeiros de todo o mundo. Lá ele aprende técnicas de capturar odores e tenta então capturar odores de seres humanos.

Spolier:
Bom, nisso quando ele consegue sintetizar os odores, ele passa a se empenhar para criar o melhor perfume de todos os tempos. Um perfume que ninguém nunca conseguiria sintetizar. Então ele começa a matar determinadas mulheres do povoado para capturar seus melhores cheiros. São mulheres especificas com características particulares (ex. uma prostituta, gêmeas, uma freira e assim por diante).
Ao conseguir o ultimo odor, Jean é preso. Mas antes disso consegue fazer o tão esperado perfume. Condenado a morte... ele é levado de volta a cidade. Antes de ser executado ele usa o perfume e o final passa a ser totalmente inesperado.
Fim do spoiler.

Bom, o filme me impressionou por vários motivos. O personagem Jean-Batiste é muito fascinante em sua ânsia por buscar o novo aroma. A ambientação e cenografia ficaram ótimas e uma trilha sonora interessante. Acho que vale a pena. Principalmente pelo final (claro que tem gente que odiou o final, mas é comum quando se vê este tipo de final que surpreende). Recomendo e depois venha me dizer se gostou do final ou não!
^^’

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Hard Candy: rapadura da Madonna!

Journal Entry: Tue Jun 10, 2008, 9:58 AM
Hard Candy: rapadura da Madonna!

Tudo bem que não entendo de musica a fundo, mas creio que entendo de duas coisas... mercado consumidor e ... Madonna! Já esta nas loja do Brasil, o novo cd da Madonna, “Hard Candy” , custando R$ 40,00. Um preço padrão hoje pra cd físico.
Como era de se esperar, houve uma grande expectativa em torno do lançamento. Motivos não faltaram...após o enorme sucesso que “Confession of dance floor” foi, todos queriam conferir o que viria a seguir. Outro motivo foi as colaborações de Justin Timberlake e de Timbaland na produção do novo álbum. Isso logo atiçou a curiosidade de todos. Teria a Rainha do pop aderido ao hip hop fazendo como todas as cantorazinhas sem criatividade (Aguilera, Pink... etc...). Bem, ela mostrou que não.
O novo cd vem ainda com a proposta dançante do “confession”, mas as intervenções de Timbaland são claramente vistas e sentidas nas musicas. È um cd Hip hop? Não! Ainda estamos falando de musica pop, mas a batida do hip hop foi alidada ao pop. Ou seja, Madonna trouxe elementos do hip hop pra dentro de sua musica. O resultado são faixas dançantes e empolgante como a primeira musica de trabalho “4 minutes”, com a participação de Justin Timberlake que mostra a que veio. Mostra que sua parceria com Madonna teve um significado muito diferente da parceria que a rainha teve com Britney. Justin , além de fazer sua participação no single, assina a produção do cd também.
As musicas que mais me chamaram a atenção até agora foram é claro a “4 minutes” que ao meu ver é a mais dançante do cd, “Give it 2 me” que já tem clipe rolando na net ([link]), Candy shop. Outras duas que me impressionaram muito foram “voices” e “Devil wouldnt recogzine you”. Essa são faixas que me chamaram a atenção por uma questão de melodia e letras. Só para não dizer que gostei de tudo, citaria “Spanish leason” que a toque latina destoa na musica e confesso que não me agradou.
Mas no mais, Madonna ainda não se vê ameaçada pela pirataria já que seu cd foi direto para o primeiro lugar das paradas, batendo recordes difíceis para tempos de pirataria. Só nessa semana, o cd vendeu 161 mil unidades em todo o mundo.Num total de 5 semanas de lançamentos, o disco vendeu 1.7 milhões de exemplares. Logo, se vê que o comercio ilegal não chega a sequer arranhar a performance de Madonna em termos de vendas. Em tempos de riscos da existência do cd e do mercado, chegar a essas marcas é uma vitória gigantesca. Madonna prova com isso que com uma carreira consolidada e de sucesso, profissionalismo e qualidade no som, podem sim fazer a diferença na hora de optar pelo mercado pirata ou pelo produto original.
No fim, Hard Candy se mostra com um recheio diferente do normal, mas que ainda sim mantém sua qualidade digna de Madonna. Hard Candy em seu sucesso já confirmou a turnê “Stick and Sweet Tour” com possibilidade de passar pelo Brasil em Dezembro deste ano. Agora é torcer!!!

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Jumper

Journal Entry: Fri Apr 18, 2008, 8:20 AM
Jumper

Ta aí algo que foi bem legal ter visto. Não sabia nada sobre o filme. Não sabia uma virgula dele, mas parei para assistir. E gostei. Não é a 8ª maravilha do mundo mas impressiona. Eu não dei nada pelo filme quando comecei a ver.
Bom a história é sobre David Rice que levava uma vida tediosa numa cidade do interior dos estados unidos, quando consegue manifestar um estranho poder de teleporte. Após o susto inicial, ele começa a usar esse poder para mudar de vida. Logo ele esta em Nova York com apartamento pró;prio e muito bem de vida (com dinheiro roubado é claro). Ele viaja o mundo inteiro em piscar de olhos, em todos os extremos do mundo. Porém, nisso logo ele e caçado pelo o que é... por um grupo que acredita que esse poder não é para humanos e sim para Deus (alô... X-men?).
Nisso, tudo muda apara David.
Spoilers-

Esse grupo que caça jumpers (nome dos que possuem essa habilidade) são paladinos (liderados por Roland interpretado por Samuel L. Jackson) que se encarregam de caçar e matar paladinos por acreditar que esse poder só pertence a deus e não os mortais (fala sério, Samuel paga para participar dessas bizarrices). Alias, um motivo extremamente fútil e repetitivo. Para salvar a pele de David aparece Griffin (Jamie Bell, que esta lindo nesse filme XD). E ainda aparece a mãe de David, também paladina que ainda ajuda o filho.

Pontos ruins do filme ficam por conta dos vilões que tem um péssimo figurino, péssimos argumentos para caça jumpers, com péssimas aparições... e também o fato do filme ser muito corrido. Não há tempo de se desenvolver uma história mas plausível ou melhor argumentada. Isso se nota quando David tenta se aliar a Griffin.
Porém, os efeitos estão algo impressionante. As lutas ocorrendo em diversas partes ao mesmo tempo e do nada mudar de lugar, ambiente... nossa, ficou realmente fantástico. Muito show mesmo. Esse ponto fica bem claro com a luta final. Realmente, esse é ponto que conquista o respeito para o filme.
Mas na minha opinião mais pessoal o melhor do filme foi Jamie Bell que realmente está excepcionalmente um show aparte em termos de beleza.
XD
O filme ainda da abertura para continuação. Só seu desempenho nos cinemas é que vai dizer se isso será possível.

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Heroes: Novo vicio!!!

Journal Entry: Fri Apr 4, 2008, 3:17 PM
Heroes: Novo vicio!!!

Não imaginava que seria tanto! Bom, eu realmente, perdi o habito de acompanhar um seriado na TV em um determinado dia, num determinado horário. Não tenho mais isso. Eis que meu amigo Bernado (BÊ;), me empresta a 1ª temporada completa. Adorei! Tudo! Sem sombra de duvida uma das coisas mais bem escritas e produzidas que eu já vi para a TV. Não houve um momento sequer que possa dizer “Ah, aqui o efeito ficou tosco ou mau feito!” Não. Tudo foi muito bem pensado e elaborado para que se fique bem num seriado de TV. Isso é raro mesmo.
A principio, nos primeiros episódios, parece que nada vai se encaixar e que tudo é muito aleatório. Até o final da temporada tudo ganha sua explicação e todos os personagens se encaixam.
Alguns pensam... “Ah, é có;pia de x-men!”
Nem de longe seria isso. Inclusive, por várias fezes, os heróis de quadrinhos são ironizados durante a série. A grande sacada é imaginar como seria se no mundo real surgissem pessoas com poderes especiais. Não fica nada muito viajante e sem nexo.
Basicamente, tudo começa com um eclipse solar, e o geneticista Mohinder Suresh recebe a noticia que o pai faleceu nos EUA. Lá, ele descobre sobre a pesquisa do pai que envolve o próximo passo da evolução humana. Ele sente que é seu dever desvendar a morte do pai e continuar sua pesquisa. Nisso, o enfermeiro Peter Petrelli tem sonhos onde pode voar naturalmente e tenta convencer o irmão Nathan disso. Nathan como candidato ao câmera dos deputados por New York, pouco dá atenção ao irmão, embora ele já saiba da novidade. E ainda estranhos casos de assassinato onde as vitimas tem as cabeças cortas e os cérebros levados acontecem por todo o país e apenas um nome se sabe que esteja relacionado. Sylar.
Logo vão surgindo outros personagens como Claire, a líder de torcida que é extremamente importante para a trama, a Nikki stripper com problemas de dupla personalidade (que se divide em Jéssica) além de super força, agilidade e destreza em lutas, seu filho Micah ... além de muitos outros dotado de poderes superiores.
A trama toda vai se desenrolar em meio a previsões do futuro, casos policiais, interesses políticos e a cima de tudo o futuro do planeta no pós apocalipse.
Poe parecer uma trama de quadrinhos com uniformes colantes e coloridos, mas se trata de uma abordagem real da temática de “grandes poderes vem com grandes responsabilidades”.
Quem puder alugue a temporada inteira e veja. Não vai se arrepender!

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Lolitas... apenas uma roupa ou mais que isso?

Journal Entry: Fri Mar 7, 2008, 4:44 PM
Lolitas... apenas uma roupa ou mais que isso?

Pensei muito no assunto antes de escrever isso... a final isso já foi uma questão de guerra entre lolitas a cerca do assunto.
A questão em si se trata de um estilo e se este estilo no caso o Elegant Gohic Lolita (e antes dele o Lolita) for apenas uma roupa sem maiores significados ou se há uma maneira de pensar e agir que deve se levar em conta.
Muitos adeptos do estilo dizem que não. Que se trata apensa de moda, de uma maneira de se vestir. Outros pensam que há toda uma maneira de se vestir e comportar que deve ser lembrada sempre.
Bom, eu não iria nem ao céu nem ao inferno (talvez) nessa questão.
Acho que há extremismo de ambos os lados. Acho que por exemplo, as pessoas que encaram apenas como moda ... penso que elas não entenderam muito bem os conceitos que a moda trás consigo e eu me pergunto a qualquer um que veste o estilo seja qualquer vertente, se por acaso não se sente diferente ao usar sua roupa preferida. Se que de alguma maneira, naquele momento, está sentido que algo mudou. È , claro que algo mudou... se está mais bonita(o) agora... Beleza. Parece que esse é o ponto de convergência das duas formas de pensar.
Todos concordam com o compromisso estético que o estilo tem. Bom, se então este é o principio então algo deve ser pensado aqui. Então certos comportamentos devem ser evitados a todo o custo a final não há nenhuma beleza em uma Sweet Lolita caindo bêbada ou fumando. Tudo bem que não fique bonito em ninguém estas atitudes mas uma Lolita assim seria o fim de qualquer forma de beleza.
E ainda sim discordo muito quanto a questão é “só uma roupa”. Qualquer um que estude um pouco de moda percebe isso. Por exemplo, se pegarmos um terno Hugo Boss (sim aqueles ternos caríssimos), vestimos dois homens com a mesma roupa...um se mostra elegante e sofisticado pela suas atitudes e educação... já o outro se mostra um bêbado, arrogante que grita com as pessoas também por atitudes... Bem... em qual deles fez diferença o terno? Se respondeu o primeiro caso então percebeu que uma bela roupa só se mostra bela se e pessoa demonstrar isso. Pode ser um modelo original da Metamorphose, uma Lolita bêbeda nunca será algo belo ou seja está fora da proposta do estilo.
Se a beleza chega a ser nossa ‘ideologia”? Talvez nem tanto... mas com certeza não é “só uma roupa”
Contudo, assumir uma nova personalidade só por que está vestida de Lolita (citando discuções em fóruns) é algo realmente fora da casinha. Na boa, do nada mudar todo a sua forma de agir só por causa da roupa.... não me parece uma atitude de uma pessoa sã. Afinal tu não deixa de ser quem é, só por um vestido... quem estuda moda também deve considerar isso. Apesar de uma bela roupa ressaltar a beleza... no fim das contas é só uma roupa. Não se deve interpretar personagens (is é para cosplays), isso se parece com dondocas que compram as roupas mais caras de grifes por que leram na Vogue que aquilo era moda e deve seguir cegamente o que é uma total tolice.
Em casos extremos de meninas que se comportam como crianças quando se vestem de lolitas... ainda bem que nunca vi isso. Não sei uma forma educada de perguntar “Tu é retardada ou o que?”
XP
Ter uma dupla personalidade (uma normal e outra “Lolita) vai inclusive contra ao que já foi escrito sobre o assunto. Ok, Novala está preso por porte de maconha, mas quando ele diz que “minhas regras Lolita são apenas minhas” faz sentido. Quer dizer que não há uma forma padrão de agir. E outra o estilo é uma releitura. Não temos (graças aos deuses) que voltar no tempo e assumir comportamentos de pessoas do séc. XVIII. Não me imagino escrevendo este texto com pena e nanquim (mas daira uma bela foto).
Enfim... uma conclusão?
Sinto muito, acho que nunca terei ela.
Mas acho que o meio termo pode ser valido. Nem teremos isso como filosofia de vida e nem como se fosse uma calça jeans qualquer. Não seremos um movimento com faixas e cartazes (imagina: Rendas para o povo! Hora do chá é para todos” hauuhauhauhauhauahua)
mas também não agiremos como se não fosse nada.
Tribo urbana ? Moda? Acho que sempre vou preferir a palavra estilo.

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